BIOGRAFIA

ALEJANDRO BRITTES

Filho de correntinos, sua mãe Marciana Ifran de Santo Tomé (AR) era radialista e seu pai, Hipólito Brittes de Perugorría (AR) era produtor musical de grandes nomes do Chamamé argentino como: Isaco Abtibol e Fito Ledesma. Aos 12 anos de idade começa a estudar acordeón com Nini Flores, e aos 15 anos, forma seu primeiro grupo musical, gravando na sequência o seu primeiro disco “Por la Senda Chamamecera”.

 No ano de 1989, começa seus estudos de música clássica na Escola Juan Pedro Esnaola, mais tarde, segue carreira como músico popular. Mais tarde em 1992, ganhou o concurso intercolegial chamado: “La copa de la música” que foi outorgado pelo diário Diario La Nación da Argentina.

Três anos depois, em 1995 ganhou o prêmio Revelação Ramallo Porá em Buenos Aires e também o prêmio Carlos Keen como melhor instrumentista e grupo musical.
Sua estreia nacional na Argentina foi através do Canal 7 em 1996 quando ganha o prêmio de melhor instrumentista no Festival de Folclore de Cosquín (AR), com uma música autoral em decorrência grava o terceiro disco chamado de “Cosquín Oro”. Ainda em 1996 é convidado pelo grupo de rock “Los Piojos” a gravar o disco “3er arco” participando em duas músicas: “Todo Pasa” e “Don’t say tomorrow”; foi convidado a lançar o álbum no Estádio “Obras Sanitárias” e no “Micro Estádio de Ferro” em Buenos Aires. Após dois anos, em 1998, grava novamente com o grupo “Los Piojos” o disco “Azul” nas músicas: “Vals inicial” e “Y quemas”.

No ano 2000 integrou o grupo da cantora e atriz Mapuche Luísa Calcumil até a gravação do disco “La Cantora”.  No mesmo período, em 2001, realizou sua primeira turnê musical internacional com três concertos no Estado do Rio Grande do Sul (BR).

Um dos seus primeiros projetos ocorreu em 2005, com a criação e produção do “quarteto típico de Chamamé com Jorge Toloza e Luiz Santa Cruz”,

gravando o disco “Herencia chamamecera no ano de 2007”.

No período de 2005 até 2010, participou consecutivamente do encontro “Internacional de Chamamé” de São Luiz Gonzaga (RS).

Vivendo no Brasil, em 2011 foi convidado a representar o Brasil e a Argentina no Festival Internacional de acordeón de Vallenato na Colômbia. Seguindo com sua carreira internacional, em 2012 convida o músico acordeonista português João Gentil para fazer uma turnê no Rio Grande do Sul (BR) com mais de seis concertos.

No mesmo ano recebe o convite da Câmara de comercio Brasil-Argentina de São Paulo, para apresentar um concerto no Memorial da América Latina em São Paulo (BR), teve participações especiais nos shows da cantora Luiza Possi e Orquestra Heartbreakers.

Ainda em 2012, realizou sua primeira turnê na Europa acompanhado por André Ely e Lucas Rocha, realizou nove concertos junto ao acordeonista português João Gentil em Lisboa e Praia da Tocha em Portugal.

Foi convidado a compor a música “Décima do Território”, tema para o desfile temático “Nossas Raízes”, pelos Festejos Farroupilhas do Rio Grande do Sul (BR), junto ao músico Miguel Castilhos.

segunda turnê, na Europa, foi em 2012 na França, acompanhado por André Ely, Lucas Rocha e Miguel Castilhos apresentando-se na “Cité Internationale Universitaire de Paris” na “Maison de L’Argentine” e também no “Café El Sur”.

Em 2013 convida o grupo de música Folk Plzenský Pepící da República Tcheca para realizar uma turnê em dez cidades do Rio Grande do Sul (BR). Em janeiro do mesmo ano grava o seu sétimo álbum “El Viento y las hojas”, com financiamento do Ministério da Cultura do Brasil, realizando lançamentos no “Teatro Sociale” no “Festival Itinirari Folk” na Itália e no Theatro “Peklo Plzeñ” na República Tcheca.

Ainda em 2013, após lançar o disco na Europa, realiza o lançamento na Argentina, no “Teatro Santa Maria”, em Buenos Aires e na “Usina del Arte”, em Entre Ríos e em 2014, lança o trabalho na praça “Victor Cívita”, espaço cultural coordenado pela revista Abril, em São Paulo.

Em 2014, junto a sua produtora Magali de Rossi e a produtora da cantora e compositora Teresa Parodi, María Elvira Grillo Cevey, criam o Projeto “CARAVANA CHAMAMECERA” convidando os artistas “Elton Saldanha” e o grupo “Os Fagundes”, formam um projeto de integração Brasil e Argentina, realizando mais de 150 shows no país e no exterior.

Em 2015, é convidado a participar do projeto de Chamamé em Mato Grosso do Sul (BR), realizando show no “Auditório Rubens Gil de Camilo”.

No ano 2016, realiza um painel sobre a formação cultural e histórica do Chamamé na “Casa de cultura Mario Quintana” em Porto Alegre (RS) com apoio do Ministério da Cultura do Brasil.

Em 2017, realiza a turnê intitulada Tiempos de Chamamé, na Argentina e no Brasil com os músicos Jorge Toloza, Luis Santa Cruz e Emiliano Faryna.

Sua primeira publicação literária, intitulada “As origens do Chamamé” ocorreu em 2018, pela revista “Arte SESC”, “número 23”, dividindo a criação com a produtora cultural e historiadora Magali de Rossi.

Em 2019, realiza concerto na Biblioteca Pública Pelotense, produzido pelo produtor José Curbelo, em contrapartida ao seu primeiro seminário sobre o ritmo Chamamé para o curso de Pós-graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural e da Associação Amigos do Conservatório de Música (ASSAMCON) da Universidade Federal de Pelotas – UFPEL.

Em 2019, produz e participa da turnê “80 anos” do acordeonista Raúl Barboza no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Paraná (BR) e lança, no mesmo ano, um single chamado “Raíces del Alma”, tendo como convidado Raúl Barboza.

Em 2021, é convidado, como músico solista, pela “Orquestra Sinfônica de Campo Grande”, Mato Grosso do Sul, no concerto “100 anos de Astor Piazzola” pelo projeto Encontro com a Música Clássica.

Ainda em 2021, publica seu primeiro livro: “A origem do Chamamé – Uma história para ser contada”, em formato físico e e-book, bilíngue; português e espanhol, sendo um trabalho de pesquisa antropológica sobre o ritmo, junto à historiadora Magali de Rossi. O lançamento do livro aconteceu no mesmo ano, no canal do YouTube do artista, onde ocorreram três Lives sobre os pontos centrais da pesquisa.

Em 2022, lançou 04 singles: “La Colorada”, “Laberintos”, “ Ala Ancha” e “Um Mate y la distancia”. Em julho do mesmo ano, é convidado a realizar o segundo seminário sobre o ritmo Chamamé para falar sobre o livro “A origem do Chamamé” para o curso de Pós-graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural da Associação Amigos do Conservatório de Música (ASSAMCON), da Universidade Federal de Pelotas – UFPEL.

Em julho de 2022, realiza o projeto Ponto e Pianada – Ponto de Encontro, junto ao acordeonista Chango Spasiuk, em oito shows no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Sendo o concerto principal realizado no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, (RS).

Em setembro de 2022, lança o seu nono álbum, um duplo, intitulado “ (L) ESTE”. O disco A foi arranjado pelo Maestro Barroco Fernando Cordella, com a participação de uma orquestra de câmara barroca; o disco B é composto de Chamamés tradicionais.

Em setembro e outubro de 2023 realiza uma extensa turnê nos Estados Unidos com mais de 25 concertos e 08 palestras sobre o livro: “A origem do Chamamé, com apoio do programa Ibermúsicas, Mid Atlantic Arts e Funarte.

Em outubro de 2023, foi convidado para palestrar junto com Magali de Rossi no curso Antropologia Cultural da Faculdade Dom Bosco com o tema: “História, mística e cultura do Chamamé. ”

Em novembro de 2023 foi convidado a participar da palestra na XI ENABET – Encontro Nacional da Associação Brasileira de Etnomusicologia, palestrando com nomes como Deyse Luci Montardo.

 

Nos meses de outubro, setembro e Dezembro de 2023, realiza dois concertos do espetáculo (L)ESTE nos locais: Theatro São Pedro em Porto Alegre (RS) e Hotel Tenondé em São Miguel das Missões (RS), financiado pela Lei de Incentivo à Cultural – Lei Rouanet com patrocínio das empresas – Arroz Prato Fino, Redmaq, Viera Agrocereais e Roda Pneus.

Em dezembro de 2023, participa como músico convidado no II Festival da Gaita, realizado pelo acordeonista Renato Borghetti na Barra do Riberio (RS).

Em janeiro de 2024, participa do APAP|NYC uma das maiores feiras de música dos Estados Unidos, neste mês também faz show de encerramento no Fiesta Nacional del Chamamé, em Corrientes – Argentina.

SAIBA MAIS

Acordeonista, compositor, pesquisador e intérprete de música do litoral Argentino. Estudou música Clássica na Escola Juan Pedro Esnaola, possui 30 anos de difusão do Chamamé pelo mundo apresentando-se em mais de 10 países como: Itália, Portugal, Espanha, França, República Tcheca, Colômbia, Uruguai, Paraguai, dentre outros. Um dos primeiros músicos Chamameceros a iniciar o intercâmbio entre o Chamamé e o rock, gravando para o grupo Los Piojos a música “Todo Pasa” e “Dowt sey towmoru”. Venceu como melhor instrumentista o festival de Cosquin em 1996 com uma música autoral. Ganhou o prêmio Revelação da música Ramallo Porá e o prêmio Carlos Keen como melhor instrumentista e grupo musical e no mesmo ano em 1996, venceu o Festival de Chamamé de Federal, Entre Ríos.

 

Pesquisa as origens musicais do ritmo Chamamé, preocupando-se com a identidade do Chamamé, devido a isso, em 2021 publica o Livro:
“A origem do Chamamé” junto com a historiadora e produtora cultural Magali de Rossi sendo este um dos mais vendidos na Amazon Brasil na categoria artes. Realizou turnês com artistas como: Chango Spasiuk, Raúl Barboza, Os Fagundes, Elton Saldanha e Shows com nomes nacionais como Luiza Possi. Como solista, tocou com a Orquestra Sinfônica de Mato Grosso do Sul e Orquestra de Câmara Versatellis.  Conceituado pelo Norte Americano Mark Brill, PHD em música da Universidade do Texas – EUA, no livro Music of Latin America and the Caribbean, como um dos três principais acordeonistas do gênero.

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